Dominamos os conhecimentos, através da ciência. Sabemos quais as causas, mas ignoramos as consequências. Temos o conhecimento, mas falta-nos a sabedoria que só é adquirida pela experiência!
Afinal, qual é a medida, de facto, do nosso conhecimento?
alfa
Aqui posto de comando do Movimento das Palavras Armadas.
sexta-feira, julho 31, 2009
Paradoxo
terça-feira, julho 28, 2009
Implicito...
Robert Doisneau – fotógrafo da evolução histórica
Robert Doisneau, Down to the Factory, 1946Assim, a sua obra tem a capacidade de sintetizar e transmitir de uma forma realista e interventiva o instante que se esvai, de tão breve, ao mesmo tempo que nos leva a reflectir sobre as dinâmicas sociais e económicas e a imaginar a sociedade do futuro.
domingo, julho 26, 2009
Reflexão sobre o exercício do poder a propósito do retrato do rei Luís XV
Luís XV, Rei de França e Príncipe de Andorra,Conde da Provença, Conde de Diois, Conde de Valentinois,
Conde de Barcelona, Conde da Sardenha, Conde do Rossilhão,
Conde de Forcalquier e das ilhas adjacentes e Delfim de Viena
Por vezes, o exercício prolongado do poder faz o seu “ocupante” perder a sua própria identidade pessoal e assumir outra determinada pela "forma" e pelo “modelo” que assume o seu próprio poder.
Então, esse político protege-se da crítica reforçando pactos de auto-engano com seus colegas de partido. Reforçam a crença de que representam o Bem contra o Mal, recusam escutar os outros que lhe fazem a crítica e que poderiam norteá-lo para corrigir os seus erros e ajudá-lo a superar as suas contradições.
alfa
segunda-feira, julho 20, 2009
Coligação em Lisboa.
sexta-feira, julho 17, 2009
Sócrates e a “história do lobo”
Perante a anunciada transformação do primeiro-ministro Sócrates em virtude do resultado das últimas eleições para o Parlamento Europeu e das preocupações com as próximas eleições legislativas e autárquicas, consultámos o filósofo humanista Erasmo de Roterdão, "Elogio da Loucura", que resume essa decisão da seguinte maneira:
"O lobo talvez mude a pele, mas nunca a alma."
quinta-feira, julho 16, 2009
A nova Lei das Finanças Locais imposta pelo Governo PS/Sócrates
Segundo Fernando Ruas, presidente da Associação Nacional dos Municípios Portugueses, “a nova lei agrava as limitações da autonomia do poder local, traz prejuízos à coesão territorial e agrava as assimetrias e, como tal, é lesiva dos pequenos municípios”. E os nossos autarcas do PS não poderiam dizer qualquer coisinha sobre as consequências dessa lei para o Município de Cuba? E, já agora, sobre o nosso país e os portugueses? E você, ainda tem dúvidas a quem não deve oferecer o seu voto e a sua confiança nas eleições legislativas?
Voltar a acreditar?! E voltar a ter mais do mesmo?!
quarta-feira, julho 15, 2009
Manuel da Fonseca e o romance “Seara de Vento
O romance “Seara de Vento” inspira-se num acontecimento verídico que ocorreu na aldeia da Trindade (Beja), facto marcante que ainda hoje integra o imaginário da população da freguesia. Manuel da Fonseca descreve um episódio ocorrido em 1932, nessa aldeia, o assassinato de António Dias Matos, operário agrícola, pela GNR.
Há uma geração de escritores portugueses que integraram o “Novo Cancioneiro” (Manuel da Fonseca, Carlos de Oliveira, Fernando Namora, Mário Dionísio, João José Cochofel, Joaquim Namorado, Armindo Rodrigues, Alves Redol e Soeiro Pereira Gomes, entre outros) sobre os quais se abateu um tenebroso “manto de silêncio”. É como se fossem escritores menores. E, no entanto, na companhia de José Gomes Ferreira, Jorge de Sena, Manuel Alegre, Ramos Rosa, entre tantos, iluminaram a nossa literatura nos “anos de chumbo” do salazarismo!
Manuel da Fonseca, um dos maiores nomes literários do Alentejo, publicou o romance “Seara de Vento” em 1958. Inicialmente pensado para se chamar “Tempo de Lobos”, o autor decidiu modificar o título após conversa com o escritor Aquilino Ribeiro – precisamente quando este ia publicar “Quando os lobos uivam”.
“Seara de Vento” é, sem dúvida, uma das obras literárias portuguesas mais bem importantes do século XX.
O seu valor está longe de ser estritamente documental ou de mera erudição para todos aqueles que estudam as correntes literárias mais importantes da escrita ficcional portuguesa do século passado, constituindo um extraordinário testemunho do “tempo” de repressão, fome, humilhação e privação de direitos nos campos do Sul de Portugal, que foi exemplarmente “retratado” e denunciado por Manuel da Fonseca.
alfa
Manuel da Fonseca, Seara de Vento, 1ª edição (1958)
terça-feira, julho 07, 2009
2.550.000.000,00 €
Assim mesmo, com estes zeros todos. Convido-o a fazer as contas. Como entender. De cabeça. Ou com a máquina de calcular. Mas faça.
Foi o que alguns roubaram aos accionistas, depositantes e credores do Banco Português de Negócios (BPN).
E foi o que o Governo PS/Sócrates roubou aos contribuintes portugueses para cobrir aquele roubo. Pensando que uma mão lava a outra mão!
E, perante tamanha vigarice, permito-me perguntar: ainda assim vai haver quem vote neles?!
Ainda haverá quem goste de ser burlado, enganado, tramado, ludibriado, zombado, assim desta maneira, sem um pingo de vergonha na cara, por um primeiro-ministro que utiliza o dinheiro de todos os portugueses como se fosse seu?
alfa
segunda-feira, julho 06, 2009
Esclarecimento

Polémica: Presidente do Mineiro Aljustrelense (Hélder Vairinhos) desmente PCP
"Pinho não entregou cheque ao Clube"
in Correio da ManhãNo passado dia 14 de Fevereiro noticiou a Agência Lusa que “Manuel Pinho vai assistir domingo ao jogo da 2ª Divisão B entre o Sporting Clube Mineiro de Aljustrel e o Torreense, onde será homenageado “pelo seu papel no encontro de uma solução para as minas”. Afirmava a Lusa que “Segundo fonte do Ministério da Economia, o ministro Manuel Pinho foi convidado para assistir ao jogo do Clube Local “como forma de agradecimento pelo seu papel no encontro de uma solução para as minas” de Aljustrel” e que “O ministro irá por sua vez, oferecer equipamentos desportivos à equipa de Aljustrel, acrescentou a mesma fonte, sublinhando que a iniciativa está a ser coordenada pelo governador civil de Beja”.
Na mesma notícia, informava a Agência Lusa que o dirigente do Sindicato Mineiro Jacinto Anacleto, declarava desconhecer tal homenagem e que a Câmara Municipal também nada sabia sobre a mesma.
No dia 16 de Fevereiro, no decorrer do jogo de futebol entre o Sport Clube Mineiro Aljustrelense e o Sport Clube UniãoTorreense, foi anunciado que se encontravam no estádio não o Senhor Ministro da Economia e Inovação para ser homenageado e o Senhor Governador Civil como coordenador da iniciativa mas os senhores Dr. Manuel Pinho e General Manuel Monge na qualidade de simples cidadãos.
No decurso do jogo foi entregue ao cidadão Manuel Pinho, pela Direcção do Sport Mineiro, uma camisola do Clube que havia sido prometida ao Ministro da Economia e Inovação o qual, por sua vez, não se sabe se na qualidade de Ministro da Economia e Inovação, se na qualidade de representante da EDP, anunciou a oferta da EDP de cinco mil euros destinados à aquisição de novos equipamentos para o Sport Clube Mineiro Aljustrelense.
Ou não fizesse aquele senhor parte de uma direcção do Clube, cujo vice-presidente é o recandidato pelo PS à Câmara Municipal de Aljustrel!!! Há informações que devem ser dadas nas noticias para melhor as compreendermos.
quarta-feira, junho 24, 2009
26,6 % é o que tu vales neste momento!
Tu, Sócrates, tu juras que não mudas, ou juras que, afinal, sempre mudas, talvez um bocadinho, depois se verá, ainda falta algum tempo, que afinal não és uma fera, vais falar com não sei quem, só pode ser pessoa importante, é claro, que ouves os portugueses, que vais ali e já voltas, que a governação é “coisa” muita complicada, que a crise financeira está pela hora da morte, o que seria disto se não fosse a tua governação, mas, enfim, prometes que agora vais ser cordial, simpático, bonzinho, humilde, nada de arrogâncias que isso é chão que deu uvas e que até vais ajudar as velhinhas a atravessar a rua.Pois é, Sócrates, eu dou voltas, mais voltas, e a conclusão é sempre a mesma:
26,6 % é o que tu vales neste momento!
E eu tenho uma esperança, cada vez mais forte: por estes dias tu vais dar uma volta, uma volta muita grande, e ficas por lá!
terça-feira, junho 23, 2009
Foi você que pediu um governo assim?!
Logo, um conjunto de comentadores e publicistas que impuseram nas redacções dos órgãos de comunicação social uma mentalidade anti-solidária, aplaudiram e defenderam a destruição do actual modelo social que demorou décadas a erguer.
Mas o que indigna não é apenas a forma como tudo isto é abordado e o tipo de soluções que se propõem!
Há uma indignação que resulta das alarvidades que são ditas. Desde o disparate de se achar um espanto que 60 por cento dos impostos sirvam para pagar salários no Estado. Então qual deveria ser o destino dos impostos senão suportar os serviços públicos? Seria o de subsidiarem as empresas?
Depois, com trombetas de fim de mundo, uns quantos começam a gritar que tudo isto leva à desgraça das finanças públicas, que o dinheiro é pouco e não pode ser gasto com as pessoas, que todo o modelo social construído na Europa do pós-guerra tem de ser revisto de alto a baixo sob pena de uma catástrofe absoluta se abater sobre todos nós!
E assim decorria esta contra-revolução levada a cabo pelo governo PS/Sócrates, perante os aplausos da direita neoliberal, quando a Crise Financeira se instalou e os alicerces do Sistema começaram a ruir.
Então, o dinheiro que alguns juravam faltar para o Sistema Social, da Saúde ou da Educação, apareceu não se sabe vindo de onde. E por milagre, logo milhões de euros a perder de vista para serem enterrados no Banco Português de Negócios e no Banco Privado Português.
Então, as cassandras neoliberais que choravam o dinheiro “gasto” com o povo, explicaram-nos a nova lógica: males ainda maiores viriam a seguir!
Ele há coisas do arco da velha!...
alfa
domingo, junho 07, 2009
Política vs Personalidade
sexta-feira, junho 05, 2009
O capital cultural do Homem e a nossa Casa Comum
O capital cultural do Homem constitui um património colectivo, resultante de um processo dinâmico de desenvolvimento em determinado(s) tempo(s) e lugar(es). Este capital cultural acrescenta-se através da interiorização, da aprendizagem, da criatividade individual e colectiva e pelo intercâmbio das ideias e das técnicas.
Numa época caracterizada, simultaneamente, por diferentes ritmos de desenvolvimento económico e tecnológico e pela mundialização da informação, a substituição de um comportamento autista e isolacionista por uma atitude universalista determinada pela mediação e pela partilha, favorece a interacção e a inserção dos vários grupos socioculturais no macrocosmos, na aldeia global, na casa comum, produto milenar da aventura humana.
As continuidades políticas ou culturais, sociais ou económicas, não se medem já em períodos de séculos, mas em decénios ou anos. Muitas referências perdem relevância intergeracional.
Assim, é essencial neste tempo caracterizado pela mobilidade alargada de pessoas, mercadorias, capitais e ideias, pela mundialização dos interesses e das trocas e pela efectiva influência mútua e interdependência mundial, reflectir sobre a produção cultural do homem, todo um processo milenar de ruptura e de progresso, de conflito e de intercâmbio, de permanência e de transformação, afinal a herança e o testemunho de todos os homens e civilizações.
alfa
segunda-feira, junho 01, 2009
Há decisões sensíveis!
sexta-feira, maio 29, 2009
Qual!?
quarta-feira, maio 27, 2009
segunda-feira, maio 25, 2009
Quem tudo quer, tudo perde
terça-feira, maio 19, 2009
O Largo
O futuro imediato passa pelo telemóvel da Google, pela televisão por Internet, pelos computadores ultra-portáteis, pelos DVD de alta definição, pelo ecrã e-paper.
E pelo novo sistema Windows Mobile 6 que o Vista já está nas lojas há demasiados meses!
No entanto, e até por tudo isso, devemos privilegiar e apreciar aquilo que a natureza nos proporciona e o que os seres humanos fazem desde sempre. Olhar com olhos de ver o voo rasante dos pássaros, o ribeiro de águas cristalinas, a lonjura da planície. Ou saborear o pão quente acabado de sair do forno!
Esta é a outra parte da nossa civilização, da nossa cultura, de nós próprios, que não vamos permitir que seja destruída ou irreversivelmente degradada.
alfa
