Aqui posto de comando do Movimento das Palavras Armadas.

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sexta-feira, maio 29, 2009

Qual!?

Hoje irá realizar-se, na Assembleia da República, a 2.ª volta para a eleição do Provedor de Justiça. Entre os sobreviventes da 1.ª volta estão: Jorge Miranda e Maria da Glória Garcia. Entre os dois, eu prefiro o do meio. Parece que o PCP vai inviabilizar a escolha do Provedor de Justiça e a mim parece-me bem. Escrevo com conhecimento de causa, porque entre os dois não há escolha possível.

domingo, março 01, 2009

Encontro Nacional do PCP sobre as Eleições de 2009




Jerónimo de Sousa, no encerramento do Encontro Nacional do PCP sobre as Eleições de 2009, salientou a necessidade de, «com a nossa iniciativa, a nossa dinâmica de massas e contacto pessoal, trocar as voltas a todos aqueles que querem os portugueses resignados à inevitabilidade das soluções ao jeito dos seus avaros interesses, pondo em marcha uma ampla e vigorosa campanha de esclarecimento que mostre e fundamente a falácia de tais teses e dos reais interesses que encobrem».

Foram mais de 1000 os delegados presentes no encontro.

sábado, fevereiro 21, 2009

PCP promove pedido de fiscalização do Código de Trabalho


Um grupo de 34 deputados vai entregar no Tribunal Constitucional um pedido de fiscalização abstracta da constitucionalidade do Código do Trabalho, respondendo afirmativamente a uma proposta avançada pelo PCP. O grupo de 34 deputados integra parlamentares das bancadas do PCP, BE, PEV, PS e PSD. Esta iniciativa levará a que o Tribunal Constitucional se pronuncie sobre a conformidade com a Constituição de algumas das mais graves normas do Código do Trabalho.Em simultâneo, também em resposta a uma proposta do PCP, 27 deputados de várias bancadas subscreveram outros dois pedidos de fiscalização abstracta da constitucionalidade, designadamente sobre a Lei dos Vínculos, Carreiras e Remunerações e sobre a Lei da Aposentação, relativas aos trabalhadores da administração pública.

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Chavez ganhou, todos nós ganhámos Comunicado de imprensa da Delegação


Neste domingo, 15 de Agosto, o povo da Venezuela tomou a decisão histórica de dizer NÃO à revogação do Presidente Hugo Chavez Frias, e, ao invés, reafirmou inequivocamente o seu mandato e as políticas do seu governo. Expressamos a nossa mais profunda satisfação e felicidade por esta clara expressão do NÃO ao neoliberalismo, do NÃO à mercantilização de tudo, do NÃO à intervenção estrangeira, do NÃO à desestabilização da Venezuela e do NÃO ao ALCA.

Esta vitória na Venezuela é uma vitória dos povos de todo o mundo; deverá ser atribuída principalmente às reformas políticas e sociais levadas a cabo por este governo com a participação real da população. O resultado do referendo deve-se à capacidade de combinar justiça social e respeito pelas liberdades cívicas e os direitos humanos. Deve-se também à vontade política de usar a riqueza do país para o bem-estar de todos os venezuelanos, e aos esforços do governo para construir um mundo mais pacífico com uma integração baseada em relações mais igualitárias entre países.

O muito alto nível de participação nesta eleição é significativo e constitui para nós, europeus, um contraste cruel com o muito baixo nível de participação nas eleições europeias, e é provavelmente imputável às claras escolhas políticas feitas pelo Projecto Bolivariano na construção de alternativas ao neoliberalismo e na construção de pontes entre instituições e participação popular.

Apelamos a todos os sectores da oposição para respeitarem os resultados tornados públicos pela mais alta autoridade eleitoral da Venezuela, deixando para trás quaisquer tentativas de desestabilização do governo e respondendo positivamente aos apelos para o diálogo feitos pelo governo.

• Vittorio Agnoletto, Itália, deputado ao Parlamento Europeu pelo Grupo da Esquerda Unitária Europeia (GUE/NGL), ex-coordenador do Fórum Social Europeu de Génova e ex-membro do Conselho Internacional para o Fórum Social Mundial de Porto Alegre • Josy Dubié, Bélgica, membro do partido ECOLO, ex-presidente do Comité de Justiça no Senado • Sahra Wagenknecht, Alemanha, deputada ao Parlamento Europeu pelo Grupo da Esquerda Unitária Europeia (GUE/NGL) • Jaromir Kohicek, República Checa, deputado ao Parlamento Europeu pelo Grupo da Esquerda Unitária Europeia (GUE/NGL) • Sfia Bouarfa, Bélgica, senadora do Partido Socialista (PS), presidente do Comité Bélgica-Venezuela do IPU • Athanassios Pafilis, Grécia, deputado ao Parlamento Europeu pelo Grupo da Esquerda Unitária Europeia (GUE/NGL) • Jean Cornil, Bélgica, senador do Partido Socialista (PS) • Ilda Figueiredo, Portugal, deputada ao Parlamento Europeu pelo Grupo da Esquerda Unitária Europeia (GUE/NGL) • Isaura Navarro Casillas, Espanha, deputada do Parlamento Nacional pela Esquerda Unida • Giusto Catania, Itália (Sicília), deputado ao Parlamento Europeu pelo Grupo da Esquerda Unitária Europeia (GUE/NGL)


in PCP

domingo, fevereiro 15, 2009

Em nome do Trabalho

Vigília pelo Emprego e de Solidariedade junto Câmara Municipal de Santa Maria da Feira JOAO ABREU MIRANDA/LUSA





Santa Maria da Feira, 14 Fev (Lusa) - Jerónimo de Sousa defende que o Código de Trabalho deveria impedir as grandes empresas que receberam apoios do Estado -- como "é o caso dos patrocínios obscenos aos amorins e aos belmiros" - de usarem a crise como "desculpa" para despedir.

Num comício realizado hoje em Lourosa, concelho de Santa Maria da Feira, o secretário-geral do PCP defendeu que os grandes grupos empresariais, "com condições financeiras para aguentarem os efeitos da diminuição da procura", não deveriam poder usar a crise "como engodo para se verem livres dos trabalhadores".

O líder comunista referia-se aos despedimentos colectivos que se vêm verificando no distrito de Aveiro, em empresas como a Amorim, Suberus, Eccolet, Cifial, Granorte e Aerosoles (todas sedeadas no município da Feira, com excepção para a última, instalada no concelho de Ovar).

No caso da Corticeira Amorim, Jerónimo de Sousa rejeita que o despedimento recente de 193 trabalhadores seja motivado por dificuldades económicas: "O valor nominal de algumas das suas muitas empresas pode ter caído, mas amanhã ou depois novas operações especulativas multiplicam-lhes por dois, cinco ou 10 o valor das acções".

"Não é a questão de [Américo Amorim] ser só o homem mais rico do país e aquele a quem o Governo deu uma rica fatia da Galp (...) mas não me surpreenderá que, depois da crise, tornem a ir buscar esses mesmos trabalhadores que, nessa altura, já estarão em situação precária", afirmou o líder comunista.

A nível nacional, "também é curioso ouvir o Governo dizer que está a fazer uma política de promoção do emprego e depois, ao ler o PEC [Programa Estabilidade e Crescimento], ver que o PS quer simplesmente eliminar 56 mil postos de trabalho na Administração Pública" até 2011.

Para Jerónimo de Sousa, "a pressão para reduzir os direitos dos trabalhadores em nome da manutenção do emprego está a ganhar caminho" e o novo Código do Trabalho, com a "leitura trapalhona" que fez de algumas matérias, "é mais um instrumento de pressão sobre esses direitos".

O secretário-geral do PCP quer por isso apresentar ao Tribunal Constitucional um requerimento apelando à "fiscalização sucessiva" das alterações ao Código do Trabalho.

Sem especificar datas mas garantindo à Lusa que é "para muito breve", o líder realçou que "o requerimento vai ser apresentado por iniciativa do PCP mas conta com participação de outros deputados da Assembleia legislativa", sendo que, nesta fase, o partido está a proceder à recolha de assinaturas.

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Será Surdo!?

José Sócrates considerou, ontem à noite, que “o dever dos líderes políticos é apresentar propostas para resolver os problemas”, tendo em conta a “grave crise” financeira e económica internacional que se vive.
“O País está cansado daqueles que dizem aos portugueses o que é que não pudemos fazer, em vez de fazerem aquilo que devem, isto é, dizerem aos portugueses aquilo que é possível, que é desejável e que o País deve ambicionar fazer num momento destes”, afirmou José Sócrates.“O dever dos líderes políticos não é descrever o problema. O dever dos líderes políticos é apresentar propostas para resolver os problemas”, acentuou o líder dos socialistas, que aproveitou para explicar a agenda do Governo para fazer face à crise, reiterando a aposta na estabilidade do sistema financeiro, no investimento público e no apoio às empresas e às famílias.
Talvez não queira saber ou tenha a memória curta, mas devo-lhe lembrar ao senhor Sócrates que o PCP apresentou um pacote concreto de medidas contra a crise. Se é surdo o senhor o problema será seu...

domingo, dezembro 07, 2008

Jerónimo de Sousa defende convergência de esquerda

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu, ontem à noite, uma convergência de forças políticas e personalidades de esquerda "preocupadas com o país", mas recusou "uma formatação com todos a pensar a toque de caixa".

"Em relação a esta política, defendemos a convergência de diversos sectores, camadas e até de forças políticas e personalidades que estejam preocupados com o país", mas "não queremos uma formatação dessas forças, no plano social e político, com todos a pensar a toque de caixa", disse Jerónimo de Sousa.

Segundo o líder comunista, seria "importante" que "os sectores de esquerda se clarificassem", tendo em conta a "proposta de fundo" do PCP que parte da "necessidade crucial" de "provocar uma ruptura com esta política" e de fazer um "caminho diferente".

Jerónimo de Sousa falou aos jornalistas após uma intervenção num jantar com cerca de 500 militantes e simpatizantes do PCP na vila alentejana de Cuba (Beja) e que incluiu criticas ao "carácter sectário e fechado" do "fórum de esquerda sobre democracia e serviços públicos", que vai decorrer a 14 de Dezembro "sem a participação do PCP", que "não foi convidado".

"Se é para discutir uma alternativa política não contando com o PCP, força que consideramos determinante para uma política diferente, naturalmente será sempre uma iniciativa curta e fechada".

in Público

segunda-feira, dezembro 01, 2008

O filme

Este foi o filme que passou no primeiro dia de congresso em homenagem a Álvaro Cunhal, militante comunista antifascista infelizmente desaparecido desde o último Congresso.
Atenção ao discurso de Álvaro Cunhal sobre a definição de SONHO.

sexta-feira, novembro 28, 2008

"A MI PARTIDO"




Me has dado la fraternidad hacia el que no conozco.

Me has agregado la fuerza de todos los que viven.

Me has vuelto a dar la patria como en un nacimiento.

Me has dado la libertad que no tiene el solitario.

Me enseñaste a encender la bondad, como el fuego.

Me diste la rectitud que necesita el árbol.

Me enseñaste a ver la unidad y la diferencia de los hombres.

Me mostraste cómo el dolor de un ser se ha muerto en la victoria de todos.

Me enseñaste a dormir en las camas duras de mis hermanos.

Me hiciste construir sobre la realidad como sobre una roca.

Me hiciste adversario del malvado y muro del frenético.

Me has hecho ver la claridad del mundo y la posibilidad de la alegría.

Me has hecho indestructible porque contigo no termino en mí mismo.
Pablo Neruda


(inspirado no O Cheiro da Ilha)

sábado, outubro 11, 2008

Homenagem a José Saramago

"Mas no que respeita a José Saramago, creio que a sua condição de comunista e a grandeza da sua obra literária não são facilmente dissociáveis: estou em crer que, sem essa condição, a massa humana de muitos dos seus livros não se moveria com o mesmo fulgor e não se sentiria em muitos deles o penoso, trágico, exaltante, contraditório, luminoso, sombrio, incessante movimento da história. Sem dúvida, o Nobel deu projecção planetária ao autor e à obra.

Mas se esse prémio foi importante para José Saramago - e um motivo de alegria e orgulho para todos nós - esta sua concreta atribuição ao escritor José Saramago não foi menos importante para os prémios Nobel.

No discurso de há dez anos, na Academia Sueca, José Saramago disse: «A voz que leu estas páginas quis ser o eco das vozes conjuntas das minhas personagens». Poderíamos acrescentar: «E essas vozes conjuntas são um eco do povo, dos trabalhadores, dos imperfeitos humanos que constroem a história»."


Jerónimo de Sousa

in Homenagem de comemoração do 10.º aniversário de atribuição do Nobel a José Saramago

quinta-feira, maio 01, 2008

PCP apresenta moção de censura ao Governo PS


Perante a gravidade da situação nacional e o carácter inaceitável das propostas sobre o código do trabalho, o PCP, decidiu apresentar na Assembleia da República durante o debate com o Primeiro Ministro e pela voz de Jerónimo de Sousa Secretário Geral do PCP uma moção de censura ao Governo PS e à sua política.

sexta-feira, abril 18, 2008

Aviso Geral – mais de 30.000 no Porto e 60.000 em Lisboa


Milhares de trabalhadores participaram de forma expressiva no Aviso Geral ao Governo PS convocado pela CGTP-IN. Os trabalhadores denunciaram o aumento do desemprego, da precariedade, o bloqueio à contratação colectiva e lançaram um forte aviso ao Governo que se prepara para alterar para pior a legislação de trabalho. O Aviso Geral contou com a solidariedade dos comunistas, tendo o Secretário-geral do PCP marcado presença na manifestação em Lisboa.




Eu acrescento que foi uma grande demonstração de força, durante um dia de trabalho e em que os milhares de manifestantes tiveram que enfrentar o mau tempo.

quinta-feira, abril 10, 2008

PCP denuncia que metade das empresas do PSI20 é gerida por ex-governantes

(...)O PCP foi mais longe e desfiou uma longa lista de ex-governantes que foram para grandes empresas. E ficou sem resposta de todas as bancadas. "Metade das empresas do PSI20 tem ex-governantes nos seus órgãos sociais", denunciou ontem Bernardino Soares, líder da bancada do PCP. Sem nunca referir nomes - à excepção de Jorge Coelho (ver P2) -, o dirigente comunista deu outros exemplos de ex-ministros de Obras Públicas que ingressaram em grandes empresas, como Ferreira do Amaral (PSD), na Lusoponte, António Mexia (PSD) na Galp e depois na EDP. Bernardino Soares referiu também casos na banca: um ex-ministro PSD (Fernando Nogueira), um ex-secretário de Estado da presidência (Paulo Teixeira Pinto) e um ex-ministro-adjunto (Armando Vara, PS) no BCP. O Banco Santander recrutou uma ex-ministra das Finanças (Manuela Ferreira Leite (PSD) e um ministro da Presidência (António Vitorino, PS). Noutras áreas, o líder da bancada do PCP referiu ainda um secretário de Estado da Saúde (José Lopes Martins, PSD) para a administração do Hospital Amadora-Sintra cujo contrato negociou, um ex-ministro do Desporto e da Administração Interna (Fernando Gomes, PS) na Galp, e um ex-ministro das Finanças (Pina Moura, PS) na Iberdrola e na Prisa. Para Bernardino Soares, "esta situação de promiscuidade mina os alicerces do Estado democrático, compromete a independência de decisão e dá justificadas razões para que o povo esteja descrente nos partidos que alternam a governação". Esta declaração política foi recebida com silêncio no plenário. Nenhum partido quis intervir.(...)
In Público

sexta-feira, março 07, 2008

Lisboa de vermelho

A maré cheia que no sábado tingiu o Rossio de vermelho, quando mais 50 mil militantes comunistas e outros democratas o fizeram transbordar numa poderosa demonstração do seu empenho na defesa da liberdade e da democracia, não foi apenas o reafirmar da vitalidade do PCP. Foi também a confirmação, sem margem para dúvidas, de que os valores de Abril estão vivos e de que os comunistas e os outros democratas portugueses estão dispostos a lutar para os defender e aprofundar.

Há mais de trinta anos que o PCP não promovia em nome próprio, uma manifestação. Fê-lo no passado sábado, 1 de Março, numa inédita acção de massas em defesa da liberdade e da democracia.
A resposta foi dada pela impressionante massa humana que, compreendendo a importância vital da luta em defesa do regime democrático, respondeu ao apelo do PCP e pintou de vermelho as ruas de Lisboa, num desfile como Lisboa há muito não via.
Quando o início da manifestação entrou no Rossio, começando a tornar rubra a velha praça, ainda muitos estavam a arrancar do Príncipe Real. Ao longo dos anos, já muitas manifestações tiveram aquele local como ponto de passagem ou de chegada, mas nenhuma como esta o fez transbordar assim. Para onde quer que se olhasse, e até onde a vista alcançava, era o vermelho ondulante das bandeiras do PCP que dominava.
Do palco, chegavam as palavras sempre actuais de Ary dos Santos: «Quantos somos? Como somos? / novos e velhos: iguais. / Sendo o que nós sempre fomos / seremos cada vez mais.» E os manifestantes não paravam de entrar na vermelha praça…
Ao longo do percurso – que se iniciou do Príncipe Real e desceu a Rua do Século em direcção ao Largo do Carmo, para em seguida rumar ao Rossio passando pela Praça da Figueira – ninguém ficava indiferente à passagem de tamanho cortejo. Uns, «conhecedores» do PCP apenas pelos meios de comunicação social e pelos generalizados preconceitos, surpreendiam-se com a dimensão da manifestação e o número de jovens (que eram «muitos, muitos mil para continuar Abril», como cantavam). Outros, entusiasmados com a sua vitalidade, não resistiam a saudar os manifestantes. Em resposta, eram incentivados a integrar o cortejo, o que muitos fizeram. De algumas janelas agitavam-se lenços e camisolas vermelhos em fraternas saudações.

In Avante!

sábado, março 01, 2008

Mais de 50 MIL na Marcha Liberdade e Democracia

Manifestação do PCP (foto ANTONIO COTRIM/LUSA)

Em intervenção no final da Marcha, Jerónimo de Sousa, disse: «Permitam-me que vos saúde. Que manifeste a minha admiração e alegria pelo nível e dimensão desta Marcha inédita, transformada numa torrente humana onde se sente o pulsar da inquietação face aos perigos e ameaças, do protesto e do descontentamento perante as injustiças, aliados à determinação e à confiança na luta pela liberdade e democracia. Admiração e alegria tanto mais sentidas quanto nos tempos que correm sopram os ventos avassaladores da ideologia dominante que nos convidam e empurram para o pântano do conformismo e fatalismo, da alternância sem alternativa, da interiorização nas consciências da ideia da inevitabilidade das injustiças e desigualdades, da negação de um Portugal desenvolvido e democrático que acreditamos ser possível com a vitória de Abril.»

Agora sim eram Comunistas e foram mais de 50 mil a provarem que há muitos mil para continuar Abril...

segunda-feira, novembro 26, 2007

Porque não deu a comunicação social a devida atenção a esta conferência!?






Talvez se fosse uma Convenção do Beato em que estivessem presentes meia dúzia de badamecos de empresários, que em nada representam a sociedade, a comunicação social estivesse la do inicio ao fim para publicar as suas grandes orientações para a sociedade portuguesa, que no fundo, não respondem às aspirações dos portugueses! Haja seriedade no trabalho jornalístico e tratamento de reportagens com isenção!!